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Podem contar aí também… Tem 8 pessoas nessa moto!

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O ganhador de 60 anos, cuja identificação não foi divulgada, comprou um bilhete antes de sair em viagem.
Com medo que o bilhete comprado não fosse para o sorteio do sábado, ele solicitou que um amigo comprasse outro para ele. Ao voltar das férias, ele ficou preocupado que o amigo não tivesse escolhido os números certos e comprou um terceiro bilhete só para se prevenir. Obviamente com o mesmo número
Eu fico pensando. O que um cara desse fez pra ter essa sorte do caramba!.
É muita sorte prum cara que nem santo é! Ou o cara tem pacto com o demônio (tipo a Xuxa, Silvio Santos…) ou foi Santo Antonio Maria Zaccaria (propaganda nunca é demais!) na outra vida…
1 - Dê uma volta na junta de seu dedo com um barbante, linha ou algum tipo de fio flexível.
2 - Marque a medida exata da circunferência de seu dedo.
3 - Estenda o fio sobre uma régua e leia o comprimento marcado.
4 - Procure na tabela abaixo o número correspondente à medida.
5 - Lembramos que essa é uma medida aproximada.
O pequeno Luntik tem quatro orelhas, mas o segundo par não possui canais auditivos Ler Curiosidade Inteira »
Não entendeu?
Então veja:
O Cern esteve envolvido na criação da internet e atualmente desenvolve o que está sendo considerado o maior experimento de física da humanidade, com o acelerador de partículas LHC. O objetivo da experiência é repetir as condições do universo após sua criação, há 14 milhões de anos.
Ontem, em uma conversa telefônica entre o diretor de Relações Internacionais do Cern, John Ellis, e o chefe do grupo de trabalho criado pelo governo para negociar a adesão, o pesquisador Ronald Cintra Schellard, ficou estabelecido que o Brasil será convidado para uma missão em setembro, em Genebra, para negociar os termos da adesão. O Cern estima que a candidatura brasileira deva ser alvo de uma votação em meados de 2011. Países como Índia e outros emergentes também buscam a adesão.
Cerca de cem brasileiros participam de projetos relacionados com o acelerador, mas de forma externa. São pagos, em sua maioria, por centros de pesquisa das principais universidades do País ou contratados por centros estrangeiros. O Brasil também fornece alguns equipamentos do LHC, como um chip com a capacidade de absorver a irradiação gerada pelos choques de partículas. Cientistas brasileiros ainda poderão acompanhar a coleta de dados realizados a partir dos choques, pois parte dos computadores do Cern estão no Brasil. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.