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> Dois amigos decidiram entrar lá à noite (quando não
> havia vigilância) e pegar todos os abacates. Eles pularam o muro, subiram a árvore com as sacolas penduradas no ombro e começaram a distribuir o ‘prêmio’.
> Um pra mim,
> um pra você.
> Um pra mim,
> um pra você.
> Pô, você deixou dois caírem do lado de fora do muro!
> Não faz mal, depois que a gente terminar aqui pegamos os outros dois.
> Então tá bom, mais um pra mim, um pra você.
> Um bêbado, passando do lado de fora do cemitério, escutou esse negócio de ‘um pra mim e um pra você’ e saiu correndo para a delegacia. Ler Curiosidade Inteira »
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O Windows XP é cheio de segredos, alguns bem interessante, outros bem curioso abaixo segue uma lista com os 10 segredos super interessantes:
1) Abra o Notepad.
Digite o texto “Bush hid the facts” traduzindo: Bush esconde os fatos.
Salve com um nome qualquer e feche o programa.
Quando você abrir novamente o arquivo a mensagem estará mudada.
2) Crie uma nova pasta na área de trabalho e coloque o nome de “con” ou de “aux”sem aspas.
Você não vai conseguir.
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Foi o documento de identidade de Edgard Costa, emitido em 1907. Na época, Costa era o presidente do gabinete de identificação e de estatística da polícia do Distrito Federal, dos tempos em que o Rio de Janeiro era a capital do país. Edgard Costa era advogado e começou no gabinete como auxiliar, em 1905. O RG (sigla para Registro Geral) nem tinha esse nome, e sim registro civil. Antes disso, no século 19, documento era coisa rara no Brasil. Em muitos eventos, como casamentos e óbitos, quem fazia os registros era a Igreja Católica. Em 1875, foram criados os primeiros cartórios, e em 1888 o registro de nascimentos, casamentos e mortes passou a ser feito obrigatoriamente por órgãos do Estado. Daí vieram os primeiros esboços de um registro geral da população. Os primeiros a serem fichados foram os criminosos, “benefício” que depois passou aos brasileiros que viajavam ao exterior, e, por fim, a todos.
TAMANHO NÃO É DOCUMENTO
Sem foto, primeiro registro tinha descrição física detalhada do sujeito
1- Em 1907, surge o primeiro registro civil no Rio de Janeiro, à época capital do Distrito Federal do Brasil. O documento pertencia a Edgard Costa.
2- Além de nome e filiação, descrição minuciosa e impressões digitais. Eram relatadas informações como “marcas particulares, cicatrizes e tatuagens”.
3- As sobrancelhas do sujeito eram “arqueadas e separadas.
4- Na mão esquerda, havia uma cicatriz na primeira falange do polegar.
5- Nem o nariz escapava da descrição: este tinha “projeção média” e “largura mediana”.
6- Ao contrário do RG atual, o documento do início do século 20 descrevia profissão e endereço da pessoa.
1. A maldição do carro de James Dean
Em setembro de 1955, James Dean perdeu a vida em um acidente de carro, enquanto dirigia seu Porsche. Depois do ocorrido o carro passou a trazer “má sorte”.
- Quando o carro foi rebocado do local de acidente e levado a uma garagem, o motor escorregou e caiu sobre o mecânico, despedaçando ambas as suas pernas.
- Mais tarde o motor foi comprado por um médico que o colocou em seu carro de corridas e faleceu logo depois que uma corrida começou. O mesmo ocorreu com outro piloto na mesma corrida; seu carro usava o eixo cardã do carro de Dean.
- A garagem onde o Porsche foi reparado posteriormente foi destruída por um incêndio.
- Mais tarde o carro foi exibido em Sacramento (EUA), mas caiu da armação em que estava e quebrou o quadril de um adolescente.
- No Oregon, o trailer em que o carro estava sendo exibido deslizou de onde estava preso e destruiu a fachada de uma loja.
- Finalmente, em 1959, o carro misteriosamente quebrou em onze pedaços enquanto estava suspenso em um suporte de aço.

Assim que são servidos, o velhinho pede mais um copo e divide a Coca-cola, entrega a metade do misto-frio para a velhinha e começa a comer, enquanto ela fica olhando.
Penalizado, ao vê-los dividir um lanche tão mingüado, o atendente faz um outro sanduíche e entrega para a velhinha, dizendo:
- Esse é por conta da casa!
O velhinho agradece e explica, orgulhoso:
- Somos casados há sessenta anos e sempre dividimos tudo o que possuímos, meio a meio.
- Muito bacana! - elogia o atendente. E, dirigindo-se à velhinha: - A senhora não vai comer seu lanche?
- Sim, daqui a pouco! Agora é a vez dele usar a dentadura!



